Sem Raiva
Sem canticos Ofensivos
Sem Ódio
Portugal brilhante
Um dia Bella Guttman Disse...
http://www.youtube.com/watch?v=gM0ZtGmYqdo
é de arrepiar
mas é isto que me foi transmitido desde pequeno, analisar sem ser faccioso, saber ver, esta beleza, este sentimento, completamente oposto á raiva, ao ódio, e ao negativo do futebol...
a beleza do sentimento...
28/09/2006
27/09/2006
Sem Gravidade

Zero-gravity surgery 'a success'
The operation was performed in 20-second periodsFrench doctors have carried out a successful operation on a human under "weightless" conditions in an adapted aircraft, the chief surgeon has said.
The trial is being seen as a first step to performing surgery in space.
The doctors removed a benign tumour from the arm of a volunteer as their plane made a series of swoops to mimic a reduced-gravity environment.
The surgeons were working strapped to the sides of the plane while the patient was held inside a plastic tent.
Specially designed instruments were fitted with magnets to attach them to the metal operating table.
Mais um prego para o caixão do Compromisso Portugal
Editorial do Diário de Notícias, de Helena Garrido:
"O relatório sobre competitividade do Fórum Económico Mundial é uma vergonha para os gestores e empresários portugueses e um elogio às instituições públicas. Portugal desceu do 31.º lugar para o 34.º entre 125 países fundamentalmente por causa do mau funcionamento das instituições privadas. Afinal, a fraca imagem do País deve-se em grande parte ao sector privado.
O pior indicador de Portugal é o que está relacionado com o baixo crescimento e os défices público e externo. A seguir, a mais baixa qualificação está na sofisticação dos negócios. Ou seja, fracos processos produtivos, problemas nas estratégias de marketing e dificuldade em delegar competências. Aquilo de que tanto se queixam os gestores, ou seja, os custos de contexto, que correspondem ao enquadramento em que se movem os negócios, e a qualidade das instituições têm afinal uma classificação melhor que o funcionamento das empresas e das entidades privadas em geral. Em termos globais, as instituições públicas têm, no ranking do Fórum com sede em Davos, melhor classificação que as privadas.
O défice público, um dos problemas do País que podem ser directamente atribuídos aos governos, está em vias de resolução. Se a reestruturação do Estado for conseguida, o sector privado passa a ser o grande problema do País, aquele que contribui também para o fraco crescimento e o défice externo.
A imagem que o relatório transmite de Portugal para todo o mundo em nada coincide com o discurso de gestores e alguns empresários que ouvimos no espaço público. Um dos exemplos mais recentes foi o do Compromisso Portugal. Mas muitos de nós colocamos frequentemente a questão: porque são as empresas estrangeiras em Portugal competitivas e as nacionais não o conseguem ser? A resposta, que é fundamental levar a sério, está neste relatório do Fórum.
Os gestores e empresários de Portugal têm urgentemente de olhar menos para o Estado e de tratar melhor dos seus negócios. Não será fácil. As fragilidades das instituições privadas reflectem a falta de formação em áreas hoje tão importantes como a economia e as finanças e uma atitude geral que se focaliza demasiado nos problemas e pouco nas soluções.
O grande contributo que o relatório de Davos pode dar é acabar com a conversa sobre o funcionamento das instituições públicas para começarmos a falar do verdadeiro problema do País, a falta de preparação de gestores e empresários. Só começando por enfrentar a realidade podemos iniciar as correcções. O Estado, afinal, é um falso problema."
O pior indicador de Portugal é o que está relacionado com o baixo crescimento e os défices público e externo. A seguir, a mais baixa qualificação está na sofisticação dos negócios. Ou seja, fracos processos produtivos, problemas nas estratégias de marketing e dificuldade em delegar competências. Aquilo de que tanto se queixam os gestores, ou seja, os custos de contexto, que correspondem ao enquadramento em que se movem os negócios, e a qualidade das instituições têm afinal uma classificação melhor que o funcionamento das empresas e das entidades privadas em geral. Em termos globais, as instituições públicas têm, no ranking do Fórum com sede em Davos, melhor classificação que as privadas.
O défice público, um dos problemas do País que podem ser directamente atribuídos aos governos, está em vias de resolução. Se a reestruturação do Estado for conseguida, o sector privado passa a ser o grande problema do País, aquele que contribui também para o fraco crescimento e o défice externo.
A imagem que o relatório transmite de Portugal para todo o mundo em nada coincide com o discurso de gestores e alguns empresários que ouvimos no espaço público. Um dos exemplos mais recentes foi o do Compromisso Portugal. Mas muitos de nós colocamos frequentemente a questão: porque são as empresas estrangeiras em Portugal competitivas e as nacionais não o conseguem ser? A resposta, que é fundamental levar a sério, está neste relatório do Fórum.
Os gestores e empresários de Portugal têm urgentemente de olhar menos para o Estado e de tratar melhor dos seus negócios. Não será fácil. As fragilidades das instituições privadas reflectem a falta de formação em áreas hoje tão importantes como a economia e as finanças e uma atitude geral que se focaliza demasiado nos problemas e pouco nas soluções.
O grande contributo que o relatório de Davos pode dar é acabar com a conversa sobre o funcionamento das instituições públicas para começarmos a falar do verdadeiro problema do País, a falta de preparação de gestores e empresários. Só começando por enfrentar a realidade podemos iniciar as correcções. O Estado, afinal, é um falso problema."
Link
Hmmm.... e agora, vamos todos a correr para o convento do Beato?
26/09/2006
Depois do êxito em Lisboa, Porto e Lagos, é a vez de Cascais receber a visita, durante dois dias, do Mundo Mix PT. A próxima edição do Mundo Mix PT vai dar a conhecer as propostas internacionais de quatro designers portugueses: Marco Mesquita, Andreia da Costa, Helene Pereira e Aston´s Night Wear.
Dias 30 de Setembro e 1 de Outubro.
Cascais – Forte da Cidadela
Sábado - 30 de Setembro: 14.00h-24.00h
Domingo - 1 de Outubro: 14.00h-22.00h
Entrada gratuita
Mobile Web experience
Mobile web shake-up gets startedThe mobile has become indispensable for millions of people.The mobile web is about to receive the biggest shake-up in years with the start of open registration for mobile phone-specific website addresses.
The general public can now register websites ending with .mobi (dotmobi) as the backers of the mobile net hope to overturn consumer apathy.
Only one in 10 mobile owners use their phones to surf the net due to concerns over cost, speed and poor content
22/09/2006
Por debaixo da Rua da Prata e da Conceição, no centro de Lisboa, existem galerias romanas construídas há quase dois mil anos, no século I depois de Cristo e descobertas há 16 anos depois do grande terramoto de 1755. Desde os anos 70 que estas pérolas arqueológicas escondidas no subsolo vão sendo abertas ao público, (mas apenas uma vez por ano, pois no resto do ano, a água chega a um metro) para que o público conheça um pouco da história da sua cidade que, então, se chamava Olissipo.
As galerias romanas abrem ao público no próximo fim-de-semana, no âmbito das comemorações das Jornadas Europeias do Património.
De 22 a 24 de Setembro, as galerias poderão ser visitados gratuitamente entre as 10h e as 13h e das 14h às 18h, em grupos orientados por técnicos do Museu da Cidade.
Ainda na senda do Compromisso Portugal
Até parece que foi de propósito. Aqui vai um texto do Pacheco Pereira (por acaso últimamente até que tem escrito coisas de jeito, leia-se por exemplo, a crónica desta semana n' O Público sobre o Papa), acerca do Compromisso Portugal. Mais achas para a fogueira:
"Há casos em que a distinção entre “sociedade civil” e mundo político é perversa e enganadora. Um deles, evidente como um enorme reclame de néon, é o do Compromisso Portugal. A iniciativa é política até ao tutano, traduzindo a politização do nosso mundo de gestores (e em menor grau de empresários, menos representados na reunião), mas afirma parar à porta da política, quer-se dizer da política partidária, mecanismo pelo qual nas democracias se conseguem os votos para governar.
O resultado é uma sensação de grande irrealidade. As propostas não são novas, mas isso seria apenas uma questão mediática que em nada invalidava a sua oportunidade. A questão é outra: é que, sabendo-se o que se deseja, nenhuma resposta é dada à questão de como realizá-lo, de como chegar lá. Que forças sociais podem ser mobilizadas, como se traduzem esses movimentos em votos, como se organizam e expressam politicamente para terem eficácia em democracia? Sim, porque em democracia o lobiismo de movimentos proto-políticos que não tem expressão partidária, nem vai às urnas, é apenas e só lobiismo. E o lobiismo, o mexer das influências, quando feito em público, sem sequência, nem consequência, fica mais fraco pela repetição. De cada vez que se repete a mesma coisa, sem acrescentar meios nem apontar instrumentos, a sensação de impotência cresce.
Eu também penso que há excesso de hegemonização da vida política pelos partidos e que é bom que haja outros parceiros activos na vida pública. Mas, a não ser que se queira apenas ser lobiista (e é isso o que muitos destes gestores sabem fazer bem nos meandros do poder, logo convencem-se que isso pode ser transposto para os eleitores) seria melhor usar os recursos disponíveis para intervir na sociedade civil para formar opinião. Formar opinião: invistam em think tanks, em estudos sérios, em jornais e revistas, em conferências, em ensino de excelência não apenas para as empresas mas para a actividade cívica, apoiem iniciativas modelo que mostrem a eficácia das propostas, etc, etc. Apoiem os políticos e os partidos que melhor pensam poder expressar essas propostas. Às claras, para se saber. Sem receios. Ou então façam um partido político e concorram às eleições, uma solução que daria uma grande legitimidade ao movimento e acabaria com algumas ambiguidades sobre as naturais ambições de alguns dos seus proponentes. E acima de tudo dêem o exemplo, a melhor das propagandas.
É um trabalho moroso e que só dá frutos a prazo, mas o único que pode ser eficaz. É que reunirem-se em fileiras cerradas, direitos e compostos, numa imagem sem qualquer modernidade e apelo, como qualquer especialista de marketing vos poderá dizer, com os jornais a divulgarem promessas com a mesma consistência das promessas eleitorais dos políticos, dá a pior das imagens e serve mal muitas das propostas com as quais concordo. Só que o mundo dos portugueses não tem a ordem asséptica das cadeiras do Beato e esse é que é o problema que o Compromisso Portugal não quer pensar, ou não sabe pensar, ou não pode pensar."
In Abrupto
http://abrupto.blogspot.com
"Há casos em que a distinção entre “sociedade civil” e mundo político é perversa e enganadora. Um deles, evidente como um enorme reclame de néon, é o do Compromisso Portugal. A iniciativa é política até ao tutano, traduzindo a politização do nosso mundo de gestores (e em menor grau de empresários, menos representados na reunião), mas afirma parar à porta da política, quer-se dizer da política partidária, mecanismo pelo qual nas democracias se conseguem os votos para governar.
O resultado é uma sensação de grande irrealidade. As propostas não são novas, mas isso seria apenas uma questão mediática que em nada invalidava a sua oportunidade. A questão é outra: é que, sabendo-se o que se deseja, nenhuma resposta é dada à questão de como realizá-lo, de como chegar lá. Que forças sociais podem ser mobilizadas, como se traduzem esses movimentos em votos, como se organizam e expressam politicamente para terem eficácia em democracia? Sim, porque em democracia o lobiismo de movimentos proto-políticos que não tem expressão partidária, nem vai às urnas, é apenas e só lobiismo. E o lobiismo, o mexer das influências, quando feito em público, sem sequência, nem consequência, fica mais fraco pela repetição. De cada vez que se repete a mesma coisa, sem acrescentar meios nem apontar instrumentos, a sensação de impotência cresce.
Eu também penso que há excesso de hegemonização da vida política pelos partidos e que é bom que haja outros parceiros activos na vida pública. Mas, a não ser que se queira apenas ser lobiista (e é isso o que muitos destes gestores sabem fazer bem nos meandros do poder, logo convencem-se que isso pode ser transposto para os eleitores) seria melhor usar os recursos disponíveis para intervir na sociedade civil para formar opinião. Formar opinião: invistam em think tanks, em estudos sérios, em jornais e revistas, em conferências, em ensino de excelência não apenas para as empresas mas para a actividade cívica, apoiem iniciativas modelo que mostrem a eficácia das propostas, etc, etc. Apoiem os políticos e os partidos que melhor pensam poder expressar essas propostas. Às claras, para se saber. Sem receios. Ou então façam um partido político e concorram às eleições, uma solução que daria uma grande legitimidade ao movimento e acabaria com algumas ambiguidades sobre as naturais ambições de alguns dos seus proponentes. E acima de tudo dêem o exemplo, a melhor das propagandas.
É um trabalho moroso e que só dá frutos a prazo, mas o único que pode ser eficaz. É que reunirem-se em fileiras cerradas, direitos e compostos, numa imagem sem qualquer modernidade e apelo, como qualquer especialista de marketing vos poderá dizer, com os jornais a divulgarem promessas com a mesma consistência das promessas eleitorais dos políticos, dá a pior das imagens e serve mal muitas das propostas com as quais concordo. Só que o mundo dos portugueses não tem a ordem asséptica das cadeiras do Beato e esse é que é o problema que o Compromisso Portugal não quer pensar, ou não sabe pensar, ou não pode pensar."
In Abrupto
http://abrupto.blogspot.com
The Global Spread of HIV

Almost 39 million people around the world are living with HIV – slightly more than the population of Poland. Nearly two-thirds of them live in Sub-Saharan Africa.
The global HIV/Aids epidemic killed 2.8 million people in 2005. But there was evidence that the number of new cases had stabilised for the first time in 25 years.
21/09/2006
Portuguese do it better
In Diário Economico:

Há vinte anos, um balcão dos CTT era escuro e pesado, as canetas BIC estavam penduradas por um cordel sujo e os selos colavam-se com um pincel pegajoso. Viajar para Coimbra demorava quatro horas, quando não cinco. Os rebuçados vinham de Espanha. O leite em pó também. Faltava água. Existiam dois canais de televisão, quase sempre maçadores. A pobreza remediada percebia-se na rua – pelas roupas, pela pose.
Hoje essa mesma pobreza não se distingue porque a democracia trouxe também o lado doce da sociedade de consumo: moda barata. Há autoestradas que rasgam o país, água canalizada, luz sem falhas, uma rede de banda larga que chega a todo o lado. Livros escritos em muitas línguas nas livrarias, comida de todos os continentes nos supermercados. Existem, também, serviços – o beneficiário transformou-se em cliente nos correios, nos hospitais, nos serviços públicos em geral. Tudo isto vinte anos depois – apenas vinte anos depois.
No dia em que o Compromisso Portugal surge com novas ideias estimulantes e propostas provocadoras, é preciso lembrar o país que temos. Sublinhar, em voz alta, que é um luxo poder discuti-lo no Convento do Beato – um luxo de país rico que já chegou bem longe. Porque as conquistas que hoje se celebram foram responsabilidade de muitos Governos – e de outras tantas políticas públicas. As mesmas que hoje criticamos por falta de visão, de pulsão reformista. O Compromisso Portugal está certo – mas nunca é demais lembrar que só países que chegaram aqui, a este nível de conforto, se podem dar ao luxo de se discutir assim.
E a discussão é conhecida: somos mais pobres do que devíamos, mais incapazes a promover a igualdade social, menos ambiciosos a gerir empresas, menos responsáveis a administrar o Estado. Mas sabemos o que os países verdadeiramente pobres desconhecem: que a nossa vontade pode muito mais. E há duas ideias neste Compromisso que se destacam entre todas as outras.
Uma é defendida por Alexandre Relvas, e pede ao Estado que corte a despesa pública em 1,5% do PIB anualmente durante cinco anos e, no final, reduza a taxa fiscal sobre as empresas (o IRC) para próximo dos 10% – tornando assim o país auto-sustentável e, depois, atractivo para o investimento.
A segunda fala de uma reforma profunda da Segurança Social: emitindo dívida pública, o sistema mudava de uma pirâmide falida para um esquema de partilha de risco em que os descontos eram somados numa conta individual.
Parece pouco, mas é muito. E quando um país gera pessoas e tempo para produzir ideias assim, é porque é um país que pode – pensando-se a si mesmo – tornar-se ainda melhor.
Eu acredito em Portugal!!!!

Há vinte anos, um balcão dos CTT era escuro e pesado, as canetas BIC estavam penduradas por um cordel sujo e os selos colavam-se com um pincel pegajoso. Viajar para Coimbra demorava quatro horas, quando não cinco. Os rebuçados vinham de Espanha. O leite em pó também. Faltava água. Existiam dois canais de televisão, quase sempre maçadores. A pobreza remediada percebia-se na rua – pelas roupas, pela pose.
Hoje essa mesma pobreza não se distingue porque a democracia trouxe também o lado doce da sociedade de consumo: moda barata. Há autoestradas que rasgam o país, água canalizada, luz sem falhas, uma rede de banda larga que chega a todo o lado. Livros escritos em muitas línguas nas livrarias, comida de todos os continentes nos supermercados. Existem, também, serviços – o beneficiário transformou-se em cliente nos correios, nos hospitais, nos serviços públicos em geral. Tudo isto vinte anos depois – apenas vinte anos depois.
No dia em que o Compromisso Portugal surge com novas ideias estimulantes e propostas provocadoras, é preciso lembrar o país que temos. Sublinhar, em voz alta, que é um luxo poder discuti-lo no Convento do Beato – um luxo de país rico que já chegou bem longe. Porque as conquistas que hoje se celebram foram responsabilidade de muitos Governos – e de outras tantas políticas públicas. As mesmas que hoje criticamos por falta de visão, de pulsão reformista. O Compromisso Portugal está certo – mas nunca é demais lembrar que só países que chegaram aqui, a este nível de conforto, se podem dar ao luxo de se discutir assim.
E a discussão é conhecida: somos mais pobres do que devíamos, mais incapazes a promover a igualdade social, menos ambiciosos a gerir empresas, menos responsáveis a administrar o Estado. Mas sabemos o que os países verdadeiramente pobres desconhecem: que a nossa vontade pode muito mais. E há duas ideias neste Compromisso que se destacam entre todas as outras.
Uma é defendida por Alexandre Relvas, e pede ao Estado que corte a despesa pública em 1,5% do PIB anualmente durante cinco anos e, no final, reduza a taxa fiscal sobre as empresas (o IRC) para próximo dos 10% – tornando assim o país auto-sustentável e, depois, atractivo para o investimento.
A segunda fala de uma reforma profunda da Segurança Social: emitindo dívida pública, o sistema mudava de uma pirâmide falida para um esquema de partilha de risco em que os descontos eram somados numa conta individual.
Parece pouco, mas é muito. E quando um país gera pessoas e tempo para produzir ideias assim, é porque é um país que pode – pensando-se a si mesmo – tornar-se ainda melhor.
Eu acredito em Portugal!!!!
20/09/2006
18/09/2006
Lisboa recebe turismo mundial
Lisboa deixa de ser menina e moça para passar a contar-se como a cidade eleita para um grande evento de turismo internacional. A World Travel & Tourism Coucil elegeu esta nossa cidade como local da sua próxima cimeira, a realizar entre os dias 10 e 12 de Maio de 2007.A capital portuguesa ganhou a eleição por unanimidade, contra destinos aparentemente mais fortes, como o Dubai, a China, a cidade de Sevilha, em Espanha, e Atenas, na Grécia.
A cimeira contará com a participação de 600 associados ligados á actividade turística, entre os quais 100 jornalistas internacionais. Esta iniciativa integra-se na política do Governo de captação e apoio a grandes eventos internacionais, não só dirigidos ao grande público, mas também a especialistas do sector.
A cimeira da World Travel & Tourism Council é um dos principais eventos do sector do Turismo e tem como participantes os maiores empresários de turismo a nível internacional.
É de oportunidades destas que o nosso Portugal precisa.
Babyoga

O site Babyoga Portugal:
http://www.babyogaportugal.com/
Conheço a "professora" e já assisti a algumas aulas... garanto-vos que é muito, muito giro. Tem calma Fonseka, que ela não está no ramo dos moveis.
15/09/2006
Concepção de guerra santa

Numa intervenção na Universidade de Regensburg, onde no passado leccionou, o Papa explorou as diferenças históricas e filosóficas entre o Islão e o Cristianismo e a relação entre violência e fé.
A certa altura, citou um imperador bizantino do século XIV (Manuel II Paleólogo), segundo o qual Maomé trouxe ao mundo coisas "más e desumanas, como o direito a defender pela espada a fé que ele persegue". Quanto a mim estalou o verniz...será que a religião catapulta a violência? Quanto a mim, desculpem, mas sim! Onde há religião há guerra!
Entretanto, hoje dia 15 de setembro – o Santo Padre nomeará o cardeal Tarcisio Bertone, arcebispo de Gênova, como novo Secretário de Estado, tipo primeiro ministro lá da "banda". Proveniente da região italiana do Piemonte, como o atual Secretário de Estado, Cardeal Angelo Sodano.
Tem 71 anos, nasceu na localidade de Romano Canavese, na província de Turim e Diocese de Ivrea, no dia 2 de setembro de 1934, e é o quinto de oito filhos. Desde jovem sentia-se atraído pela vocação salesiana e pela pratica desportiva, nomeadamente, pelo futebol. Tem como grande amigo de longa data, Giovanni Trapatoni...eu não queria mas isto acaba sempre no Benfica...que cena... Já temos um Benfiquista no Vaticano Fonseka
14/09/2006
København

Georgrafia
[ 2006/09/14 11:36 ] Fonseka Atthembourg
Copenhaga ou Copenhague (København em dinamarquês), que significa "porto do mercador", é a capital e a maior cidade da Dinamarca e dispõe de privilégios de condado. Situa-se na costa do mar Báltico em frente da Suécia. Tem cerca de 2,34 milhões de habitantes na sua aglomeração urbana que abrange a cidade de Malmö, na Suécia.Copenhaga é hoje detentora de umas das maiores obras de engenharia do mundo, a Ponte de Oresund, com 17 kms (entre ponte e túneis), que faz uma ligação rodo-ferroviária à cidade sueca de Malmö.
E por falar em Engenharia, nós sabemos que o Fernando Santos não tem que provar nada a ninguém, mas de vez em quando convêm provar alguma coisa aos adeptos, só para manter a chama acesa...
A cidade de Copo-de-Água não merecia aquilo…Como é que o F.Santos acorda de manhã e se vê ao espelho? Os jogadores e treinadores do Benfica sabem lá o que é Copenhaga! Eles conhecem o Algarve, Republica Dominicana e quanto muito o Largo Camões!
Foi a época mais Curda da Estónia do Benfica, começou no Sábado e acabou ontem, Morreram!
13/09/2006
O pirralho nasceu num grande dia!!
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